Uma perda de peso de 5% a 7% do peso corporal já é capaz de melhorar glicemia, pressão arterial e perfil lipÃdico. Entretanto, perdas superiores a 10% estão associadas a benefÃcios metabólicos ainda maiores, incluindo melhora da resistência à insulina, redução da inflamação, melhora da esteatose hepática e maior chance de remissão do diabetes tipo 2.
Não existe uma única dieta ideal para todos os pacientes. O padrão alimentar deve ser adaptado à s preferências, condições clÃnicas, cultura, rotina e realidade socioeconômica de cada indivÃduo. O mais importante é que a estratégia escolhida permita a manutenção do déficit calórico e seja sustentável a longo prazo.
O tratamento da obesidade deve ir além da balança. A preservação da saúde muscular deve ser considerada uma prioridade clÃnica, com destaque para estratégias como:
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redução do consumo de alimentos ultraprocessados;
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maior consumo de alimentos minimamente processados;
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adequada ingestão de fibras;
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hidratação adequada;
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associação da terapia nutricional com atividade fÃsica regular e estratégias comportamentais.
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