O sucesso do tratamento depende não apenas da medicação, mas também da adequação nutricional e da preservação da composição corporal. Esses medicamentos reduzem o apetite, retardam o esvaziamento gástrico e diminuem espontaneamente a ingestão energética, o que favorece a perda de peso, mas pode aumentar o risco de ingestão insuficiente de proteÃnas, fibras, lÃquidos e micronutrientes.
Na perspectiva das recomendações nutricionais, o artigo enfatiza como prioridades: estruturação das refeições, priorização de proteÃnas, hidratação programada, introdução gradual de fibras, manejo alimentar dos sintomas gastrointestinais e associação com treinamento resistido para reduzir a perda de massa magra.Â
É importante uma avaliação nutricional antes do inÃcio da farmacoterapia, incluindo qualidade da dieta, ingestão de proteÃnas, hidratação, hábito intestinal, presença de sintomas gastrointestinais e risco de sarcopenia. O acompanhamento contÃnuo permite identificar pacientes com maior risco nutricional e ajustar estratégias alimentares ao longo das diferentes fases do tratamento, desde a escalada de dose até a manutenção do peso perdido.Â
 Faça o download clicando aqui.
Â













